O Pró-Guaíba no futuro -
Plano Diretor da Região Hidrográfica

Planejamento participativo foi usado para definir as prioridades

Plano Diretor da Região Hidrográfica do Guaíba é o instrumento referencial do processo de planejamento participativo com objetivos e diretrizes para a ação pública e privada de curto, médio e longo prazos. A gestão sócioambiental visa ao desenvolvimento ecologicamente sustentável e socialmente justo com um horizonte de 20 anos.

O processo de elaboração do Plano Diretor, são os projetos previstos para o Módulo II que vai complementar a primeira etapa do Pró-Guaíba, descentralizando as ações do Programa para incluir todas as nove bacias da região hidrográfica, beneficiando 200 municípios.

O Plano Diretor , entregue ao BID em dezembro de 2002, foi revisado, conforme solicitação do Banco, através do Grupo de Trabalho instituído para este fim, tendo sido gerado novo Relatório Síntese, com o diagnóstico atualizado da região. Em 2003, iniciou-se a revisão dos projetos , considerando os elementos colhidos no diagnóstico atualizado, nas demandas sociais a partir das consultas populares e nas diretrizes estaduais das políticas públicas de meio ambiente. No último trimestre de 2003, mais de 22 instituições participaram da confecção de 63 indicadores ambientais da Região Hidrográfica do Guaíba. No momento, uma parceria técnica entre o Pró-Guaíba e Fundação de Economia e Estatística - FEE, está sendo firmada, tendo como objetivo a geração de um índice próprio do Pró-Guaíba - IPG, através dos indicadores ambientais gerados pelo Programa para avaliar o nível do desenvolvimento socioambiental da Região. Hoje, o Plano Diretor configura-se num instrumento efetivo e norteador para o planejamento da Região Hidrográfica do Guaíba, inserido e articulado com a política de Gestão de Recursos Hídricos do Estado e com o Sistema Integrado de Gestão Ambiental - SIGA-RS.

O Plano Diretor , entregue ao BID em dezembro de 2002, foi revisado, conforme solicitação do Banco, através do Grupo de Trabalho instituído para este fim, tendo sido gerado novo Relatório Síntese, com o diagnóstico atualizado da região. Em 2003, iniciou-se a revisão dos projetos , considerando os elementos colhidos no diagnóstico atualizado, nas demandas sociais a partir das consultas populares e nas diretrizes estaduais das políticas públicas de meio ambiente. No último trimestre de 2003, mais de 22 instituições participaram da confecção de 63 indicadores ambientais da Região Hidrográfica do Guaíba. No momento, uma parceria técnica entre o Pró-Guaíba e Fundação de Economia e Estatística - FEE, está sendo firmada, tendo como objetivo a geração de um índice próprio do Pró-Guaíba - IPG, através dos indicadores ambientais gerados pelo Programa para avaliar o nível do desenvolvimento socioambiental da Região. Hoje, o Plano Diretor configura-se num instrumento efetivo e norteador para o planejamento da Região Hidrográfica do Guaíba, inserido e articulado com a política de Gestão de Recursos Hídricos do Estado e com o Sistema Integrado de Gestão Ambiental - SIGA-RS.

O plano diretor da Região Hidrográfica do Guaíba está sendo elaborado a partir do diagnóstico ambiental e de um processo de participação, como um instrumento de gestão da Região Hidrográfica do Guaíba.

O diagnóstico ambiental, concluído em 1998 e atualizado em 2003, revela as criticidades e potencialidades de cada uma das nove bacias que formam a Região Hidrográfica. Veja aqui o relatório síntese do diagnóstico, a matriz da criticidade e os mapas temáticos elaborados a partir do Pró-Siga. Este programa de computador de auxílio à tomada de decisão está pronto, podendo ser disponibilizado pela Secretaria Executiva do Pró-Guaíba.

A consulta pública, realizada no segundo semestre de 2000, resultou na apresentação de quase 500 demandas por grupos temáticos e por bacias. Participaram, além de órgãos públicos municipais, estaduais e federais, os comitês de bacia, entidades ecológicas, instituições de pesquisas e associações.

A Região Hidrográfica do Guaíba é formada por mais de 250 municípios. Veja aqui a relação completa das cidades e a sua distribuição nas nove bacias hidrográficas.


MARCO LÓGICO

O Diagnóstico da Região Hidrográfica do Guaíba, inicialmente elaborado em 1998, foi atualizado em 2003, sendo que os resultados dessa atualização passaram a ser considerados como o Marco Lógico do Plano Diretor. Vale ressaltar, que com relação às disponibilidades hídricas, superficial e subterrânea, não foram procedidos estudos de atualização, uma vez que não houve alteração substancial da situação relativamente a esse tema.

Abaixo estão listados os temas atualizados e seus resultados:


ROTEIRO PARA O SÉCULO 21

As dez diretrizes que orientam os próximos módulos do Pró-Guaíba foram definidas em dezembro de 1999 pelos Conselhos Consultivo e Deliberativo do Programa

 


Melhorar diretamente a qualidade de vida da população, beneficiando o maior número de pessoas e atingindo todas as camadas sociais;

MACRODIRETRIZ- O Programa Pró-Guaíba estrutura-se a partir de uma concepção sistêmica tendo como unidade de planejamento e gestão ambiental as bacias hidrográficas, configurando-se numa proposta de transição do modelo de desenvolvimento vigente para um modelo ecologicamente sustentável, economicamente viável e socialmente justo voltado à construção da autogestão na qual todos os sujeitos envolvidos são chamados a participar do processo de formulação e implementação das ações.

Melhorar diretamente a qualidade de vida da população, beneficiando o maior número de pessoas e atingindo todas as camadas sociais;

Promover a manutenção, recuperação e conservação da biodiversidade regional;

Garantir   a melhoria da qualidade e da disponibilidade da água para todos os usos, priorizando o consumo humano;

Dirimir os conflitos de uso dos recursos naturais atuais ou potenciais, respeitando as diferentes particularidades físicas e culturais existentes na região;

Fomentar a incorporação de princípios ecológicos na utilização sustentável dos recursos naturais e o uso de tecnologias limpas nos processos produtivos

 

Fomentar a adoção de práticas ecológicas que conservam e recuperam a capacidade produtiva dos solos;

Buscar a sustentabilidade ecológica, social e econômica da região estimulando a consciência ambiental e mudanças comportamentais;

Promover o processo de planejamento participativo e mecanismos de tomadas de decisão transparentes que garantam a democratização das informações e o comprometimento da comunidade como co-autora do processo de gerenciamento de recursos naturais;

Consolidar mecanismos institucionais para a gestão e o desenvolvimento sustentável da região hidrográfica.

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