Programa
>Cuidando hoje o ambiente de amanhã<
 
Pró-Guaíba
CUIDANDO HOJE
O AMBIENTE DE AMANHÃ

 


Para reverter esta situação, melhorando a qualidade de vida da população, estão sendo desenvolvidos projetos de intervenção direta nas áreas de esgotamento sanitário, resíduos sólidos, agroecologia e reflorestamento ambiental, unidades de conservação e manejo do solo urbano.

 


Parque de Itapuã

O Pró-Guaíba é um programa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para promover o desenvolvimento socioambiental da Região Hidrográfica do Guaíba. O Programa, concebido em 1989 e com duração prevista de 20 anos, surgiu a partir da consciência ambientalista do Estado. Nos anos 40, Henrique Luiz Roessler iniciou um trabalho pioneiro que resultou, em 1955, na criação da primeira entidade ecológica brasileira, União Protetora da Natureza, no município de São Leopoldo. O módulo I do Programa iniciou em 1995 e será concluído em junho de 2005, com um investimento total de U$$ 220,5 milhões, 60 % financiados pelo BID e 40% de contrapartida local.

A Região Hidrográfica do Guaíba tem 84.763,54 Km², abrangendo mais de 250 municípios em 30% do território gaúcho, onde vivem mais de 6 milhões de habitantes, a grande maioria(83, 5%) no meio urbano e 16,5% em áreas rurais. A região é formada por nove bacias hidrográficas e responde por mais de 70% do PIB do Rio Grande do Sul. A intensa atividade econômica-industrial e agrícola- resulta numa acentuada pressão sobre os recursos naturais. Os principais problemas ambientais nas áreas urbanas - principalmente na Região Metropolitana de Porto Alegre e na Aglomeração urbana do Nordeste- são a contaminação industrial, a disposição irregular de lixo e o lançamento de esgoto "in natura" nos rios, arroios e Lago Guaíba. Nas áreas rurais, os problemas relacionam-se à contaminação por agrotóxicos, desmatamento e ausência de saneamento.

Além de desenvolver projetos de melhoria na qualidade de vida, o Pró-Guaíba está integrando todos os setores envolvidos com a gestão ambiental no Estado, viabilizando também a participação das comunidades. As decisões são tomadas pelos Conselhos Consultivo e Deliberativo, formados por secretários de Estado, representantes de entidades representativas da sociedade gaúcha e das ONGs ambientalistas.

 


Projetos de impacto indireto também estão sendo implantados para melhorar a capacidade de gerenciamento ambiental do setor público. Entre eles estão o Sistema de Informações Geográficas, Rede de Monitoramento Ambiental, Estudos e Pesquisas, Capacitação e Treinamento de Recursos Humanos, Desenvolvimento e Arranjo Institucional, Planos de Bacia e ações de educação ambiental.


O DESAFIO DIÁRIO
Impacto ambiental na Região Hidrográfica do Guaíba

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